domingo, 30 de dezembro de 2012

ORAÇÃO






ORAÇÃO À NOSSA SENHORA DESATADORA DOS NÓS

Virgem Maria, Mãe do belo amor, Mãe que jamais deixa de vir em socorro a um filho aflito, Mãe cujas mãos não para nunca de servir seus amados filhos, pois são movidas pelo amor divino e a imensa misericórdia que existem em teu coração, volta o teu olhar compassivo sobre mim e vê o emaranhado de nós que há em minha vida. Tu bem conheces o meu desespero, a minha dor e o quanto estou amarrado por causa destes Nós. Maria, Mãe que Deus encarregou de Desatar os Nós da vida dos seus filhos, confio hoje a fita da minha vida em tuas mãos. Ninguém, nem mesmo o maligno poderá tirá-la do teu precioso amparo. Em tuas mãos não há Nó que não poderá ser desfeito. Mãe poderosa, por tua graça e teu poder intercessor junto a Teu Filho e Meu Libertador, Jesus, recebe hoje em tuas mãos este Nó... (Faça sei pedido).
Peço desatá-lo para a glória de Deus, e por todo o sempre. Vós sois a minha esperança. Ó Senhora minha, sois a minha única consolação dada por Deus, a fortaleza das minhas débeis forças, a riqueza das minhas misérias, a liberdade, com Cristo, das minhas cadeias. Ouve minha súplica. Guarda-me, guia-me, protege-me, ó seguro refúgio! “Maria, Desatadora dos Nós, roga por mim. Maria, nossa Mãe, desata os nós que impedem de unirmos a Deus”.
Ao alcançar a graça, divulgue
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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

AGUARDANDO

 

 

 

 

 

 

(AGUARDANDO CRÔNICA PARA O DIA 2 DE JANEIRO). Lançamento de livros dia 19 de janeiro (sábado) no tênis club.


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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

LAMPIÃO CHEGOU



LAMPIÃO CHEGOU
Clerisvaldo B. Chagas, 27 de dezembro de 2012.
Crônica Nº 937
Ao completar 60 anos de fundação o Tênis Clube Santanense faz parte do patrimônio histórico de Santana do Ipanema e a ele também, à semelhança de Luís Fumeiro, dei-lhe uma página na História de Santana e foto de 2006, data da minha pesquisa. No próximo dia 19 de janeiro (sábado), estaremos lançando dois livros naquele clube, “Lampião em Alagoas” e “Negros em Santana”. O primeiro da autoria de Clerisvaldo B. Chagas ─ que já vai para sua 18ª obra literária ─ e Marcello Fausto que estreia como parceiro. O segundo, “Negros em Santana”, de Clerisvaldo, Marcello e Pedro Pacífico Vieira Neto, impresso na Grafpel. “Lampião em Alagoas” é um livro editado pela Grafmarques e que vai levar o leitor ao mundo de cangaceiros e forças volantes por quase quinhentas páginas com revelações surpreendentes. Mais de sessenta fotos sobre o tema em nosso estado ilustram as páginas escritas de forma acadêmica, obedecendo à cronologia que oferece conforto ao leitor mais exigente. O livro não faz apologia a cangaceiro e procura o equilíbrio constante da primeira à última página. Os autores, logo após as palavras iniciais, apresentam o palco completo aonde irão se desenrolar as cenas entre polícia e bandidos.
O livro “Negros em Santana” é uma síntese da presença negra na sociedade cabocla do município, história semelhante a tantas outras do sertão nordestino e que nunca foram escritas. No primeiro livro, a história cangaceira acontecida com inúmeros fatos em Santana do Ipanema, jamais foi conhecida pela juventude atual das nossas escolas. Os ataques de Lampião a muitas fazendas do município, a fundação do Batalhão para combater o cangaço, as cabeças decepadas que chegaram à cidade, a resistência contra Virgolino, as entregas dos cangaceiros remanescentes, nomes de cangaceiros santanenses e alagoanos, ações que partiram de Santana... Nada, nada disso foi dito aos nossos jovens estudantes, completamente leigos no assunto. Santana do Ipanema é citada e mostrada dezenas e dezenas de vezes, coisas que irão causar um impacto muito grande em quem não conhecia nem de longe a participação da cidade de várias formas em ações na época da espingarda.
Estamos abrindo hoje a fase dos comerciais que irão levar à noite do dia 19 de janeiro o cangaço ao Tênis Clube Santanense quando uma festa complementará a outra. Demorou, mas LAMPIÃO CHEGOU.


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terça-feira, 25 de dezembro de 2012

O ANO NOVO



O ANO NOVO
Clerisvaldo B. Chagas, 26 de dezembro de 2012.
Crônica Nº 936

Imagem: Wikipédia
Eita, meu amigo velho, como foi o seu Natal? Espero que tenha sido no mínimo, reconfortante junto aos familiares. Aqui neste Sertão de guerra, cada um fez como podia, diante de uma temperatura supimpa e do Sol desencorajador. Funcionário público municipal sem o décimo no bolso, água faltando nas torneiras, céu limpo e risonho e dinheiro alheio circulando no comércio. Os gritos insistentes das propagandas continuam como nos tempos medievais. Carros de som extrapolam os decibéis, ocupam todos os espaços das ruas, tentando futucar nos bolsos de quem já recebeu as notas. Entra e sai nas lojas, pacotes pendurados, engarrafamento no trânsito, falta de estacionamento e nenhum guarda à vista, fazem da cidade uma nova Índia. Casas lotéricas formam filas extravagantes, acenando com riqueza ilusória. No bar da esquina o sujeito emborca uma, duas, três... A saideira. As igrejas estão abertas para uma passagem rápida e leve esperança. Papéis bolam na rua indicando endereços para dinheiro fácil. Perto do mercado um homem bigodudo promete arrancar a cabeça do motoboy, de um murro só. E um burburinho de gente zoa como abelhas tontas em torno do enxu.
Durante a noite dessa véspera natalina, os retardatários ainda estão palmilhando os mercados em procura de carne, bebidas e outros produtos que escasseiam nas prateleiras. Muitos se recolhem a casa, em preparo para a ceia importada, nacional ou particularmente sertaneja, de acordo com as posses, tentando um conforto espiritual na reunião familiar. Outros vestem as melhores roupas e vão ao desfile pelos restaurantes de luxo. Lá fora o movimento dos bairros mais distantes vai rareando deixando as avenidas sem ninguém. Afinal, a noite é mesmo dedicada à família.
No amanhecer, com o Sol torrando tudo logo cedo, as ruas estão numa ressaca grande, sem um pé de pessoa para fazer rastro. Até as árvores estão preguiçosas e não querem executar balanço algum. Urubus rondam no voo rasteiro sob o mata crestada da periferia e, os pardais em bandos, procuram mais tristes as malocas dos telhados. Os garis não passam; o vendedor de leite não vem; uma tristeza quente invade o tempo de final de dezembro. Papai Noel? Não sei. O menino Jesus passou ontem à noite, papai Noel não sei onde ficou.
E se você perdeu a oportunidade de ser feliz durante o Natal, tenha calma e fé. Ainda resta O ANO NOVO.


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FELIZ NATAL

 

 

 

FELIZ
NATAL


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domingo, 23 de dezembro de 2012

LUÍS FUMEIRO



LUÍS FUMEIRO
Clerisvaldo B. Chagas, 24 de dezembro de 2012.
Crônica Nº 935

LUÍS FUMEIRO
O nosso livro “O Boi, a bota e a batina; história completa de Santana do Ipanema” terminou cedendo prioridades para outros cinco livros. Estava na frente e foi para o final da fila. No dia 12 de janeiro estaremos lançando os dois já anunciados. Depois iremos fazer força para lançarmos dois romances e um livro de poesia, de uma só vez. Somente após os cinco livros, então, virá a história de Santana.
Faleceu semana passada e, eu nem soube, o fundador do time Ipiranga, de Santana do Ipanema, que muitas glórias e alegria proporcionaram ao povo santanense. Não vi nenhuma homenagem, nem movimento anormal, nada que fizesse justiça ao senhor Luís Soares Filho, conhecido como Luís Fumeiro, por ser vendedor de fumo de rolo, na feira. Luís Fumeiro, além de fundar a Associação Atlética Ipiranga, a essa organização dedicou grande parte do seu capital e de sua vida. Foi dali que saíram muitos jogadores que adquiriram fama na região e no estado, quando o seu rival imorredouro era Ipanema Atlético Clube, também da mesma cidade.
Luís Fumeiro, mão no queixo.
Luís Fumeiro foi quem fundou as Ruas Pancrácio Rocha e Nossa Senhora de Fátima. Fazia casas iniciando as ruas abertas e as vendiam. Foi assim que sustentou o Ipiranga por muitos anos. Estive visitando o desportista em 2006, à Rua do Aterro quando o meu amigo contava com 83 anos de idade. Fiz uma longa entrevista, justamente para o futuro livro sobre a história de Santana, temendo pela falta de memória do nosso povo. Eu tinha razão, pois nem os órgãos noticiosos da cidade falaram sobre sua morte, somente um carro de som que nem foi ouvido por todos nas ruas, inclusive eu. Com o título “Um homem preto e branco”, com o subtítulo (memorial vivo) fiz minha homenagem ao fundador do Ipiranga, dedicando-lhe duas páginas sobre a história do time fundado por ele. Um homem preto e branco porque foi ele mesmo quem deu o nome a Associação e escolheu as cores acima. Foi pena o home ter falecido antes do lançamento do livro, mas o início da história do Ipiranga está registrado com as palavras de Fumeiro.  Agora vale ouro, para a memória do povo santanense.
A entrevista que virá no livro “O boi, a bota e a batina; história completa de Santana do Ipanema”, registrada às páginas 178 e 179, revelará fatos importantíssimos para o nosso acervo histórico. Solteiro e esquecido faleceu o desportista que ajudou a crescer o futebol da terra, Luís Soares Filho: LUÍS FUMEIRO.

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