segunda-feira, 18 de agosto de 2008

OBRAS PUBLICADAS

  RIBEIRA DO PANEMA - Primeiro livro de Clerisvaldo B. Chagas, publicado em 1977. “Ribeira do Panema” é um romance cuja trama acontece no tempo do coronelismo, mostrando a realidade viva da época. O cenário é o Sertão alagoano onde o autor joga com as faces urbanas e rurais do município de Santana do Ipanema. Esta é a sua obra mais conhecida e tem a apresentação do escritor palmeirense Luís B. Torres. Aliás, em homenagem ao seu apresentador, Chagas inicia a adoção do nome artístico acima, substituindo o sobrenome “Braga”, pela inicial “B”, característica que acompanhará toda a sua produção literária.


  GEOGRAFIA GERAL DE SANTANA DO IPANEMA - Livro didático entregue principalmente a estudantes em 1978. Confeccionado com impressão colegial, o livro reúne as primeiras informações geográficas do município. Mesmo assim continua servindo de base da parte física de Santana. É a primeira obra a descrever a bandeira municipal e também a pioneira e única a mitigar a sede paisagística e documental da terra, pelo menos até o ano de 2008.




  CARNAVAL DO LOBISOMEM - Conto sertanejo de cenário simples e popular, nascido em 1979. “Carnaval do Lobisomem” conta a história de um mulherengo vendedor de quebra-queixo que tem como esposa uma suposta mulher fiel. A paisagem é descrita quando os personagens perambulam pelos pontos reais marcantes dos conterrâneos do autor. O desenrolar acontece durante os dias de carnaval, porém, a culminância do conto é transferida para a quarta-feira de cinzas no despertar de um sono etílico de Zé Conceição. Apresentação do prof. de História Adelson Isaac de Miranda.


  DEFUNTO PERFUMADO - Segundo romance de Clerisvaldo, vindo a lume em 1982. “Defunto Perfumado” conta a história de um devoto que pretende a todo custo construir uma igrejinha no cimo de um serrote nas terras de um coronel latifundiário. Morto em tiroteio e sepultado no serrote, “mestre Bilu” começa a exalar o campo, atraindo as mais diferentes personagens do estado. A trama prossegue em meio a fanáticos, cangaceiros, jagunços, religiosos e policiais. No cenário dos anos 30 das caatingas do Nordeste, o romance vem mesclado de aventuras, violência, sexo, paixão e curiosidade. O livro tem a apresentação do escritor penedense e membro da Academia Alagoana de Letras, Ernani Otacílio Méro.


  O COICE DO BODE - Trata-se de um livro maçônico de piadas, elaborado a princípio para circulação naquela Ordem fraternal. A 2ª edição foi lançada para todo o Brasil através da Editora paranaense e maçônica, “A Trolha”. Atualmente “O Coice do Bode” faz parte do Círculo de Livros Maçônicos e encontra-se nas estantes do País inteiro. A apresentação do “O Coice do Bode”, ficou a cargo do, então, Presidente do Senado da República, Humberto Lucena, no decorrer dos anos 80. Sua primeira edição aconteceu em 1983.


  FLORO NOVAIS, HERÓI OU BANDIDO? - Obra verídica romanceada, lançada em 1985. Floro Novais, morador do Capim (atual Olivença), inicia uma série de vinganças da morte do pai. A trajetória da saga vingativa estende-se por vinte anos com reflexo na mídia diária em inúmeras manchetes e longos artigos entre 1960-1980. A revista nacional mais famosa da época, “O Cruzeiro”, também registra episódios de Floro quando vivo. O autor, Clerisvaldo B. Chagas, é o único a conseguir consentimento da família de Floro para escrever a sua vida; direitos autorais negados a outros escritores e às emissoras de televisão. O livro acima foi realizado em parceria com o radialista França Filho. Apresentação do escritor Antonio Machado.


  A IGREJINHA DAS TOCAIAS - Trabalho elaborado em estrofes de seis versos, “A Igrejinha das Tocaias” é um episódio resgatado da história de Santana do Ipanema. Colhido de forma oral, foi transformado em versos para melhor ser lido, apreciado e entrar na memória santanense. Publicado de forma inédita e até hoje único documento sobre o assunto, “A Igrejinha das Tocaias” saiu em 1992. A história tem início em Águas Belas, Pernambuco, e traz como tema uma vingança de morte que é registrada em sua segunda parte, no Sertão das Alagoas. A primeira parte, em Pernambuco, não foi colhida. O episódio narra Manoel Vicente como vingador do pai. Após várias peripécias desse homem valente que se torna capanga de um dos netos do fundador de Santana, o auge acontece no lugar que passou a ser denominado Tocaias. Ainda hoje existe a igrejinha na periferia de Santana do Ipanema, erguida como conseqüência de mais uma tragédia rotineira do passado sertanejo. O fato aconteceu um pouco antes da libertação dos escravos no Brasil.


  SERTÃO BRABO - São dez poemas engraçados do tipo “poesia matuta”. Bastante aceito na região nordestina, esse tipo de “subliteratura”, entretanto, é do gosto popular, notadamente das pessoas simples. “Sertão Brabo” foi lançado em CD tendo o próprio Chagas como declamador dos seus trabalhos. O autor procura mostrar o lado espirituoso do Sertão, pois esse processo declamatório musicado representa mais de 90% de anedotário do riso fácil. Lançamento em torno de 2004.



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INFORMAÇÕES SOCIAIS

•Membro fundador do Fundamental maior do Instituto Sagrada Família;
•Membro fundador das Escolas Cenecistas de Carneiros, Dois Riachos e Ouro Branco;
•Ex-vice-diretor da Escola Cenecista Rui Palmeira;
•Ex-cronista do programa “A Crônica do meio-dia”, Rádio Correio do Sertão;
•Ex-redator do encarte “Jornal do Sertão” do “Jornal de Alagoas”;
•Membro fundador do 4º Teatro de Santana;
•Ex-primeiro presidente do SINTEAL para o Sertão (APAL);
•Ex-Venerável da “Loja Maçônica Amor à Verdade” (duas gestões);
•Ex-diretor do “Colégio Mestre e Rei”;
•Acadêmico e membro fundador da “Academia Arapiraquense de Letras e Artes”- ACALA. Cadeira 17;
•Membro fundador da Academia Interiorana de Letras (sem continuidade);
•Criador e apresentador do programa: “Santana, Terra da Gente”, Rádio Cidade;
•Primeiro diretor eleito do Colégio Estadual Prof. Mileno Ferreira da Silva.


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sábado, 16 de agosto de 2008

INFORMAÇÕES PROFISSIONAIS

•Ex-pesquisador do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE;
•Ex-professor de Geografia e Ciências do
•Ginásio Santana;
• Instituto Sagrada Família;
•Ex-professor de Geografia e História da
•Escola Estadual Prof. Mileno Ferreira da Silva;
•Escola Cenecista Rui Palmeira (Ouro Branco);
•Escola Municipal Ismael Fernandes de Oliveira;
•Escola Estadual Ormindo Barros;
•Ex-professor de Geografia do
•Colégio Santo Tomás de Aquino;
•Da Escola Municipal São Cristóvão;
•Da Escola Estadual Helena Braga das Chagas;
•Ex-professor de Arte da
•Escola Estadual Lions;
•Ex-professor de Geografia, História, Sociologia e Filosofia do
•Colégio Mestre e Rei (Olho d’Água das Flores);
•PROFESSOR de Geografia, História e Arte da
•Escola Estadual Prof. Aloísio Ernande Brandão.


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Autobiografia

CLERISVALDO B. CHAGAS – AUTOBIOGRAFIA
ROMANCISTA – CRONISTA – HISTORIADOR - POETA

Clerisvaldo Braga das Chagas nasceu no dia 2 de dezembro de 1946, à Rua Benedito Melo ( Rua Nova) s/n, em Santana do Ipanema, Alagoas. Logo cedo se mudou para a Rua do Sebo (depois Cleto Campelo) e atual Antonio Tavares, nº 238, onde passou toda a sua vida de solteiro. Filho do comerciante Manoel Celestino das Chagas e da professora Helena Braga das Chagas, foi o segundo de uma plêiade de mais nove irmãos (eram cinco homens e cinco mulheres). Clerisvaldo fez o Fundamental menor (antigo Primário), no Grupo Escolar Padre Francisco Correia e, o Fundamental maior (antigo Ginasial), no Ginásio Santana, encerrando essa fase em 1966.Prosseguindo seus estudos, Chagas mudou-se para Maceió onde estudou o Curso Médio, então, Científico, no Colégio Guido de Fontgalland, terminando os dois últimos anos no Colégio Moreira e Silva, ambos no Farol Concluído o Curso Médio, Clerisvaldo retornou a Santana do Ipanema e foi tentar a vida na capital paulista. Retornou novamente a sua terra onde foi pesquisador do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Casou em 30 de março de 1974 com a professora Irene Ferreira da Costa, tendo nascido dessa união, duas filhas: Clerine e Clerise. Chagas iniciou o curso de Geografia na Faculdade de Formação de Professores de Arapiraca e concluiu sua Licenciatura Plena na AESA - Faculdade de Formação de Professores de Arcoverde, em Pernambuco (1991). Fez Especialização em Geo-História pelo CESMAC – Centro de Estudos Superiores de Maceió (2003). Nesse período de estudos, além do IBGE, lecionou Ciências e Geografia no Ginásio Santana, Colégio Santo Tomaz de Aquino e Colégio Instituto Sagrada Família. Aprovado em 1º lugar em concurso público, deixou o IBGE e passou a lecionar no, então, Colégio Estadual Deraldo Campos (atual Escola Estadual Prof. Mileno Ferreira da Silva). Clerisvaldo ainda voltou a ser aprovado também em mais dois concursos públicos em 1º e 2º lugares. Lecionou em várias escolas tendo a Geografia como base. Também ensinou História, Sociologia, Filosofia, Biologia, Arte e Ciências. Contribuiu com o seu saber em vários outros estabelecimentos de ensino, além dos mencionados acima como as escolas: Ormindo Barros, Lions, Aloísio Ernande Brandão, Helena Braga das Chagas, São Cristóvão e Ismael Fernandes de Oliveira. Na cidade de Ouro Branco lecionou na Escola Rui Palmeira — onde foi vice-diretor e membro fundador — e ainda na cidade de Olho d’Água das Flores, no Colégio Mestre e Rei.
  Sua vida social tem sido intensa e fecunda. Foi membro fundador do 4º  teatro de Santana (Teatro de Amadores Augusto Almeida); membro fundador de escolas em Santana, Carneiros, Dois Riachos e Ouro Branco. Foi cronista da Rádio Correio do Sertão (Crônica do Meio-Dia); Venerável por duas vezes da Loja Maçônica Amor à Verdade; 1º presidente regional do SINTEAL (antiga APAL), núcleo da região de Santana; membro fundador da ACALA - Academia Arapiraquense de Letras e Artes; criador do programa na Rádio Cidade: Santana, Terra da Gente; redator do diário Jornal do Sertão (encarte do Jornal de Alagoas); 1º diretor eleito da Escola Estadual Prof. Mileno Ferreira da Silva; membro fundador da Academia Interiorana de Letras de Alagoas – ACILAL.
Em sua trajetória, Clerisvaldo Braga das Chagas, adotou o nome artístico Clerisvaldo B. Chagas, em homenagem ao escritor de Palmeira dos Índios, Alagoas, Luís B. Torres, o primeiro escritor a reconhecer o seu trabalho. Pela ordem, são obras do autor que se caracteriza como romancista: Ribeira do Panema (romance - 1977); Geografia de Santana do Ipanema (didático – 1978); Carnaval do Lobisomem (conto – 1979); Defunto Perfumado (romance – 1982); O Coice do Bode (humor maçônico – 1983); Floro Novais, Herói ou Bandido? (documentário romanceado – 1985); A Igrejinha das Tocaias (episódio histórico em versos – 1992); Sertão Brabo CD (10 poemas engraçados).




  Até setembro de 2009, o autor tentava publicar as seguintes obras inéditas: Ipanema, um Rio Macho (paradidático); Deuses de Mandacaru (romance); Fazenda Lajeado (romance); O Boi, a Bota e a Batina, História Completa de Santana do Ipanema (história); Colibris do Camoxinga - poesia selvagem (poesia).

  Atualmente (2009), o escritor romancista Clerisvaldo B. Chagas também escreve crônicas diariamente para o seu Blog no portal sertanejo Santana Oxente, onde estão detalhes biográficos e apresentações do seu trabalho.

(Clerisvaldo B. Chagas – Autobiografia)



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